Este é um espaço de reflexão e opinião de um improvável leitor... Ordinário em sua existência, às vezes transgressor em sua análise. Mas como eu disse, é apenas um espaço. E como tal, precisa ser eternamente preenchido...
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
RESENHA DE LIVRO – PIXU
RESENHA DE LIVRO – A VOLTA DO PARAFUSO
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
RESENHA DE LIVRO – BRIDA
sábado, 28 de setembro de 2013
RESENHA DE LIVRO: Heroína & Rock N' Roll
Para viajar pelas páginas do livro que narra o diário de um ano devastador na vida de um astro do rock chamado Nikki Sixx, é preciso duas coisas: coragem e estômago forte. Porque todo o conteúdo deste trabalho é a nua e crua realidade de quem viveu á beira de um abismo profundo e perverso chamado Drogas. Antes de lê-lo, o pouco que já tinha ouvido falar sobre o baixista e compositor do Motley Crue, foi suficiente para que eu o considerasse um completo idiota.
Obter esse livro foi realmente muito bom. E lê-lo foi uma experiência singular. Nunca procurei por algo sobre Nikki Sixx ou sua banda, o Motley Crue. De fato, eu encontrei esse livro da mesma forma como acontece quando não conheço a fonte: numa banca de promoções, em uma livraria qualquer, á um preço irresistível.
O visual do livro é arrasador; bem colorido, com fotos, gravuras legais e as passagens do diário foram feitas com uma escrita datilográfica bem bolada. Como se fossem as páginas do diário de Nikki Sixx, xerocadas para impressão. Durante as passagens do diário, há comentários de pessoas que estiveram próximas ao Motley Crue na época. Destaque para os comentários de certo guitarrista chamado Slash, que integrava uma banda que estava em início de carreira, o Guns N’ Roses.
Em determinado momento do livro, há um intervalo onde o próprio Nikki levanta uma questão que inevitavelmente invade e permanece constante na mente do leitor, já nas primeiras páginas:
Como esse cara ainda pode estar vivo?
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
CRÔNICA: INESPERADA INSTROSPECÇÃO
Sentado no gramado sintético, ao
lado de uma grande amiga, ouviu-se alguns acordes aleatórios de guitarra.
Imediatamente quase todas as pessoas, que também descansavam pelo chão da Cidade do Rock, levantaram-se, inclusive
esta amiga, todos os olhares de expectativas direcionados para o Palco Mundo. Pois eis que de forma quase
despercebida, eu a puxei de volta ao seu lugar e falei:
– Calma. Não é assim que o Metallica começa seus Shows.
De fato, o que estava a se
manifestar no palco, naquele exato instante, era alguns operários da equipe de
produção afinando instrumentos. Ela voltou a se sentar e aguardamos
pacientemente (talvez ela nem tanto), pelo início de “Ecstacy of Gold”, de Ennio Morricone;
canção que se tornou marca registrada na abertura dos shows da banda. Só então
nos levantamos e toda a euforia do rock teve início.
Menos a minha.
Naquele momento em que o Metallica pisou no palco, o delírio
explodiu coletivamente no coração da massa roqueira. Vi uma sacolejante
multidão saltar nas alturas, sob um ritmo frenético no qual James & Cia nos impôs, ao longo de
quase duas horas e meia de show. Mas para minha surpresa, não consegui fazer
absolutamente nada, além de cantar as músicas de maneira quase tímida e, em
raras ocasiões, permiti-me alguns leves sacolejos de cabeça, talvez até
desajeitados, como os de alguém que escuta o Metallica pela primeira vez.
Eu mesmo não me reconheci
naquele momento.
Olhava para as luzes do palco;
sentia arrepios quando ouvia o coro de mais de noventa mil pessoas cantando,
juntas, as canções. Acordes que tanto quis um dia testemunhar com meus próprios
olhos, braços erguidos para um céu escurecido que em alguns instantes era
violado pelos holofotes hiperativos daquela edição do Rock In Rio..., os meus braços também se levantavam, às vezes, de
maneira acanhada; munhequeiras em meus
pulsos condiziam e me traziam a lembrança do lugar ansiado. Por perto, alguém
olhou para o nome escrito em meu braço direito. Ele sorriu e acenou para mim, mostrou
sua tattoo. Éramos fãs da mesma banda. Só que ele saia do chão, empolgado,
completamente envolvido pela energia...
Enquanto eu era incapaz de me
mover.
“Nem parece que acabamos de ver o show da sua banda favorita”, comentou minha amiga, quando o espetáculo chegou ao fim. Olhava-me com seu rosto suado, porém, a expressão ainda intrigada com aquela inesperada introspecção.
Esse é o resumo da minha
conduta nem um pouco previsível, durante o show que mais aguardei na vida. E a
pergunta que inevitavelmente me faço desde então é: por que eu me senti tão
deslocado?
Sim, eu adorei estar lá, perto
dos veteranos que tocam as músicas que me acompanham desde a adolescência. Senti
o termômetro da minha emoção subir a cada nota introdutória que anunciava outro
clássico. Minha alma vibrou quando o coro em uníssono saiu da garganta da
multidão e rasgou a noite do dia dezenove de setembro de 2013.
Mas aconteceu alguma coisa
comigo, a qual ainda não sei explicar. E dizer que fiquei hipnotizado pelo
espetáculo certamente soaria como uma esfarrapada retórica... Não foi isso.
A melhor explicação que tenho
é não ter nenhuma resposta que esclareça minha melancolia. Estar completamente introspectivo
diante do show que tanto aguardei, foi um ato inexplicável e imprevisto.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
RESENHA DE LIVRO – A PERSEGUIÇÃO
sábado, 27 de julho de 2013
RESENHA DE LIVRO – O PODER DO AGORA
sábado, 13 de julho de 2013
CRÔNICA: A MORTE DO ROCK?
O fabuloso rock não só não morreu, como continua crescendo na inventividade de bandas do meu tempo, nas quais não citarei por dois motivos: Porque é um ato supérfluo; e pelo receio de cometer o pecado de me esquecer de algum dos infindáveis talentos, no qual somente a MTV não consegue enxergar, ou acha que está morto...
sexta-feira, 12 de julho de 2013
CRÔNICA: PROSA COM O MALUCO
Eu nunca soube se a ideia dele deu certo. Mas de uma coisa a mulher dele certamente sempre soube: pra ser casada com um “Maluco” apaixonado por Rock, às vezes é preciso relevar essas coisas.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
RESENHA DE LIVRO – O AZARÃO
sexta-feira, 28 de junho de 2013
RESENHA DE LIVRO – O MELHOR DA SUPER (1987-2012)
terça-feira, 18 de junho de 2013
MATÉRIA: A GOTA QUE FALTAVA
(Por Alexandre Versignassi)
terça-feira, 11 de junho de 2013
RESENHA DE LIVRO - SUSHI
segunda-feira, 27 de maio de 2013
RESENHA DE LIVRO – O SÍMBOLO PERDIDO
sábado, 13 de abril de 2013
RESENHA DE LIVRO – O Enigma Maria Madalena
Não o recomendo apenas por conta do fraquinho conteúdo literário, mas principalmente porque este livro possui um título dissimulado e pretensioso, que pega carona no embalo de um personagem que surgiu das cinzas, para tentar se destacar e consequentemente vender gato por lebre.
quinta-feira, 7 de março de 2013
RESENHA DE LIVRO – A Vida Secreta da Gente
sábado, 16 de fevereiro de 2013
RESENHA DE LIVRO – Metallica – All That Matters
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
RESENHA DE LIVRO – Não Conte a Ninguém
Fazia tempo que eu não lia um livro tão rápido. Sim, o clima deste “Não Conte a Ninguém” é tão sedutor que é quase impossível não sentir aquela sensação de arrependimento por precisar fecha-lo antes do fim.
O desabafo acima serve para enfatizar o quanto “Não Conte a Ninguém” é excelente; leitura obrigatória para quem curte um bom suspense. Daquelas que nos prende do início ao fim, bem ao estilo alucinante dos livros de Sidney Sheldon.
O fantástico enredo gira em torno de David Back e sua esposa Elizabeth. O casal é atacado quando comemoravam o aniversário de seu primeiro beijo. Ela é brutalmente assassinada, enquanto ele recebe um forte golpe na cabeça e cai num lago, inconsciente. O caso é rapidamente resolvido pela polícia e o assassino condenado. Só que oito anos depois do atentado, exatamente no dia em que marca a data da morte de Elizabeth, David Back recebe uma mensagem estranha em seu computador. Nela, há referencias que somente sua falecida esposa poderia conhecer, levantando a improvável hipótese de sua esposa estar viva. Pra rechear ainda mais a salada, a polícia descobre dois corpos enterrados no local onde ocorrera o atentado contra David e sua esposa, trazendo á tona uma série de questões sobre o que realmente aconteceu naquele dia.
O desenvolvimento dos fatos não possui um ritmo ininterrupto; segue uma linha firme, de capítulos curtos e em doses equilibradas de adrenalina e tensão, mas sem entrar na pieguice. E conforme a trama se desenrola, outras questões são inevitavelmente levantadas pelo leitor. Mesmo aquelas que não são diretamente expressadas pelos personagens da história. Há momentos em que nos sentimos tão absortos pela leitura que parece que iremos encontrar uma nova revelação em cada parágrafo. Coisa de mestre.
Ao final desta deliciosa leitura, tratei de procurar um pouco mais sobre este gênio chamado Harlan Coben, a fim de comprar outros títulos do cara. Pois se ele dispôs em seus outros trabalhos, metade da criatividade que usou neste “Não Conte a Ninguém”, certamente teremos garantia de outros bons livros do autor.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
RESENHA DE FILME – O Hobbit – Uma Aventura Inesperada
Peter Jackson se tornou um especialista em dar vida ao mundo de Tolkien. Aqui ele mostra que continua afiado, e que é, sem sombra de dúvidas, o diretor oficial da Terra Média. Jackson nos brinda com mais um verdadeiro show de imagens belas e que de tão intensas e constantes, ás vezes até nos passam despercebidas. A trilha sonora agrada aos ouvidos com canções características de cada ambientação, exatamente como na trilogia de O Senhor dos Anéis.
Acho que o filme cometeu apenas um pequeno deslize. Ou porque não dizer, um demorado deslize; que é justamente a duração do filme. Á meu ver, a trama ficou um pouco extensa. Na certa, a ganância mais uma vez tomou conta dos produtores, que quiseram ganhar mais dinheiro e preferiram dividir o filme em duas partes (na internet eu li alguma coisa sobre serem três partes, o que se tratando de um único livro, é muito filme), deixando nas mãos do diretor a dura missão de preencher os muitos espaços vazios com coisas desnecessárias.
De qualquer forma, nem mesmo isso conseguiu estragar a produção, porque quando se está hipnotizado pela Terra Média, tempo é o que menos importa.


















